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Lucas Ribeiro nega relação com investigado em áudio, defende concursos e detalha metas na saúde e educação

O governador e candidato à reeleição pelo Progressistas, Lucas Ribeiro, participou nesta quarta-feira (16) da série de sabatinas das TVs Cabo Branco e Paraíba. Na entrevista, o gestor negou qualquer ligação com o policial preso conhecido como “Bomba”, acusou a oposição de manipulação eleitoral, detalhou a convocação de concursados e defendeu os avanços na saúde regionalizada e educação.

O candidato afirmou que o Governo do Estado respondeu às tentativas de interferência de grupos criminosos com o fortalecimento das estruturas de segurança e combate à lavagem de dinheiro.

“Mais uma tentativa dos nossos adversários de querer deturpar a minha imagem. Houve esse áudio desse cidadão Bomba, nunca recebi currículo, não o conheço. E, pelo contrário, a nossa Polícia Civil, no mês de maio, prendeu esse agente”, rebateu Lucas.

Lucas relembrou a prisão do delegado Braz Morroni como prova de que não há complacência com desvios institucionais e destacou o fortalecimento do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Dracco) no estado. Segundo o governador, a unidade ganhou nova sede na capital e terá um núcleo instalado em Campina Grande.

Na pauta sobre a redução de contratos temporários, o candidato reforçou a prioridade dada às seleções públicas e destacou a chegada de reforços às corporações militares.

“Nós temos feito concursos para diminuir o número de contratados. Só esse ano, no final do mês de junho, eu pude convocar concursados da área da educação, professores, nós chamamos suplentes do concurso da Polícia Militar”, ressaltou.

Na educação, o prefeitável ressaltou os índices do programa Alfabetiza Mais Paraíba, afirmando que o estado antecipou metas que eram previstas originalmente apenas para 2027, saltando de 50% para 70% o índice de crianças alfabetizadas na idade certa. A meta para os próximos anos, segundo Lucas, é atingir 100% de cobertura.

Lucas frisou ainda que o estado aplicou R$ 2 bilhões além do piso constitucional de 12% na saúde. Ele enfatizou a política de descentralização de serviços de alta complexidade para afastar pacientes do interior dos grandes centros urbanos, citando a instalação iminente de um acelerador linear para tratamento radiológico do câncer no Hospital do Bem, em Patos.

Wscom

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