O senador Efraim Filho, candidato ao Governo da Paraíba, afirmou que pretende dialogar com eleitores para além das divisões tradicionais entre direita e esquerda na disputa pelo comando do Estado. A declaração foi dada em entrevista ao Parlamento em Destaque, durante agenda política realizada na última segunda-feira (7), em Natuba, no Agreste paraibano.
Efraim participou de um ato político promovido pelo prefeito do município, Linzinho Filho, e foi questionado sobre a existência de um possível “teto” eleitoral da direita na Paraíba e se pretende romper essa bolha em busca também do voto de eleitores identificados com a esquerda.
Na resposta, o senador evitou centrar seu discurso em rótulos ideológicos e afirmou que existem famílias paraibanas que não querem ser classificadas politicamente como de direita, esquerda ou centro.
“Tem muitas famílias na Paraíba que não gostam de ser rotuladas, se são de esquerda, de direita ou de centro. Mas elas pensam como eu penso e eu defendo o que elas pensam”, afirmou.
Apesar de rejeitar a divisão por rótulos, Efraim reafirmou algumas das principais bandeiras associadas ao seu campo político. O senador se declarou contrário ao aborto e à legalização das drogas, além de defender a família, a vida e maior liberdade para quem empreende.
“Eu sou a favor da família, eu sou contra o aborto. Eu sou a favor da vida, eu sou contra a legalização das drogas. Eu sou a favor da liberdade de empreender”, declarou.
O candidato também defendeu a redução da carga tributária sobre comerciantes e empreendedores. Segundo Efraim, muitos empresários enfrentam dificuldades para crescer diante do peso dos impostos.
“É preciso baixar imposto para o comerciante que hoje dá o sangue, dá o suor e não sai do canto porque o governo cobra muito imposto”, acrescentou.
Na área da segurança pública, Efraim afirmou ser contrário às facções criminosas e encerrou a resposta defendendo sua candidatura como uma alternativa de mudança para a Paraíba.
“Com muita humildade, o que eu peço é uma chance para poder fazer o novo, para poder fazer o diferente”, concluiu.
Parlamento em Destaque com Damião Lima





