A Justiça Eleitoral da 62ª Zona de Boqueirão decidiu, nesta semana, pela manutenção dos mandatos do prefeito Marcos Freitas e do vice-prefeito Moizes Leal, eleitos em 2024. A ação movida pela coligação adversária pedia a cassação da chapa sob acusação de captação ilícita de sufrágio, mas foi considerada improcedente por falta de provas consistentes.
O processo se arrastava desde outubro do ano passado e tinha como base denúncias sobre suposta distribuição de bebidas alcoólicas durante um ato de campanha. No entanto, segundo a sentença, os elementos apresentados não foram suficientes para comprovar a prática do ilícito eleitoral.
Para o juiz responsável pelo caso, Perilo Rodrigues de Lucena, a gravidade de um pedido de cassação exige provas “robustas, incontestes e inequívocas”, o que não foi verificado no processo. Com a decisão, fica garantida a estabilidade da gestão municipal e a soberania do voto manifestado nas urnas em 2024.
O prefeito Marcos Freitas destacou que a decisão reafirma a confiança popular: “O povo de Boqueirão nos elegeu de forma legítima e a Justiça apenas confirmou isso. Seguiremos trabalhando com seriedade, transparência e compromisso com cada cidadão que acreditou em nosso projeto”, disse.
Já o vice-prefeito Moizes Leal classificou o resultado como uma vitória da democracia: “Tentaram mais uma vez nos atingir, mas a verdade prevaleceu. Estamos focados em olhar para frente e em continuar levando ações e melhorias para a nossa população”, ressaltou.
Confira a decisão, clicando aqui.
Parlamento em Destaque com Damião Lima





