O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou, nesta quarta-feira (12), durante sua sabatina de recondução ao cargo, no Senado, que a PGR (Procuradoria-Geral da República) não tem “bandeiras partidárias”.
“O que importa, até o presente, é que não há criminalização da política em si. Sobretudo, a tinta que imprime as peças produzidas pela Procuradoria-Geral da República não tem as cores das bandeiras partidárias”, disse o procurador.
Em sua fala, Gonet ressaltou, ainda, que o procurador-geral da República “não julga ninguém, apenas leva o relato de fatos apurados à avaliação do Judiciário” e que na PGR “não saem denúncias precipitadas”.
“Não há proposta de medidas de interferência sobre direitos fundamentais de investigados, se não depois de um minucioso exame de ponderação”, defendeu o jurista.
Gonet foi indicado ao cargo em 2023 e começa a cumprir, agora, seu segundo mandato de dois anos. Sua recondução será, ainda, votada no plenário.





