Luxa acumula passagens por grandes clubes brasileiros — como Flamengo, Vasco da Gama, Palmeiras, Corinthians, Santos e Cruzeiro — e pelo Real Madrid
O ex-treinador Vanderlei Luxemburgo (Podemos) declarou cerca de R$ 3,7 milhões em bens ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), por onde concorre ao Senado nas eleições de outubro. Luxemburgo acumula passagens por grandes clubes brasileiros — como Flamengo, Vasco da Gama, Palmeiras, Corinthians, Santos e Cruzeiro — e pelo Real Madrid, na Espanha, onde atuou por quase um ano.
Luxa, como ficou conhecido, declarou 12 imóveis — quatro terreno, três apartamentos, dois prédios comerciais, duas salas e uma casa. Ele também listou dois veículos (Land Rover e Jeep Wrangler), duas participações societárias (quotas), um depósito bancário e um fundo de ações. O total de bens informado à Justiça eleitoral é de R$ 3.777.502,01.
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Luxemburgo confirmou a candidatura ao Senado pelo Podemos na última quarta-feira, 5. Em 2022, o diretório do PSB no Tocantins rejeitou seu nome como candidato ao Senado por Tocantins. A decisão foi definida por ele como uma “postura ditatorial e rasteira”. Um levantamento da Paraná Pesquisas divulgado em 25 de julho mostrou Luxemburgo na quinta colocação, entre 15% e 15,7% em dois cenários testados. Eduardo Gomes (PL) liderava a disputa, com 31,2%, enquanto Alexandre Guimarães aparecia com 25,1% das intenções de voto.
Luxemburgo foi um dos mais respeitados e badalados treinadores brasileiros. Como noticiado à época, recebeu R$ 600 mil reais para treinar a equipe estrelada do Real Madrid, que demitiu o carioca antes do fim do contrato, em 2005, e teve de pagar uma indenização de cerca de um milhão de euros (na cotação da época, R$ 2,8 milhões) a ele.
Também foi técnico da Seleção Brasileira entre 1998 e 2000, período em que a Amarelinha ganhou a Copa América (1999). Ao longo da carreira, conquistou 28 títulos oficiais, incluindo quatro Brasileirões. No Flamengo, seu salário variou entre 350 e 700 mil reais nas passagens pelo time. Enquanto técnico do Tianjin Quanjian, na China, fechou um contrato de 12 meses no valor de 10 milhões de euros (R$ 40 milhões).





