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Camila Toscano pede unidade da oposição e afirma que “não cabem duas candidaturas” no grupo em 2026

A deputada estadual Camila Toscano (PSDB) defendeu, nesta terça-feira (16), a unidade do campo oposicionista para as eleições estaduais de 2026 e afirmou que “não cabem duas candidaturas no mesmo grupo”. A declaração foi feita após sessão na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

Camila frisou que a oposição precisa repetir a força que quase garantiu a vitória em 2022 e sugeriu que o nome do ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD) pode integrar a chapa como vice do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), que oficializou sua pré-candidatura ao Governo da Paraíba.

“Pedro não está fora. O que defendo é a nossa união. Temos um candidato. Não há razão para termos duas candidaturas. Não descarto Pedro na vice de Cícero, mas é preciso ver onde a oposição estará bem representada”, afirmou.

Contexto político e articulações

As declarações de Camila ocorrem no momento em que Cícero Lucena deixa o Progressistas (PP) e rompe com o governador João Azevêdo (PSB). A saída, oficializada após encontro na Granja Santana, gerou forte reação do PP, que acusou o prefeito de agir por “impulso individualista” e reafirmou apoio ao vice-governador Lucas Ribeiro (PP) como pré-candidato ao governo.

Nos bastidores, é crescente a expectativa de que Cícero se filie ao MDB, retomando o partido onde iniciou sua carreira política. Ele vem mantendo diálogo frequente com o senador Veneziano Vital do Rêgo , apontado como possível companheiro de chapa ao Senado Federal.

Além de Cícero, outros nomes despontam no grupo oposicionista, como o senador Efraim Filho (União Brasil), que já conta com apoio do PL, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), e o deputado federal  Romero Rodrigues (Podemos).

Fonte83

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