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Renomado médico paraibano, Dr. Bruno Pachu, faz alerta sobre uso indiscriminado de medicações para obesidade

O médico oftalmologista Dr. Bruno Pachu, uma das referências da área na Paraíba, fez um importante alerta à população sobre os riscos do uso indiscriminado de medicamentos como Mounjaro (tirzepatida) e Ozempic (semaglutida), popularmente conhecidos por seus efeitos rápidos na perda de peso.

De acordo com o especialista, o uso sem acompanhamento médico dessas substâncias, indicadas originalmente para o tratamento da diabetes tipo 2 e que passaram a ser utilizadas em larga escala para controle de peso e até em casos de endometriose, tem gerado sérias complicações, inclusive com potencial de cegueira irreversível.

“O uso desenfreado desses medicamentos, sem orientação médica, tem levado ao aumento de complicações visuais graves, como neuropatia óptica e maculopatia média aguda paracentral, conforme estudo publicado em janeiro de 2025 na revista científica JAMA Ophthalmology”, destacou Dr. Bruno.

Dr. Bruno Pachu atua no Instituto Pachu, localizado em Campina Grande, e também realiza atendimentos, na Clínica Dr. Pedro Saulo, em Queimadas. Filho do médico e ex-vice-prefeito de Queimadas, Dr. Pedro Saulo, Bruno tem se consolidado como um dos nomes de maior credibilidade na oftalmologia paraibana.

Ele é irmão do renomado cirurgião bariátrico Dr. Eduardo Pachu e também do Dr. Pedro Saulo Filho, especialista em Cirurgia Geral e Endoscopia Digestiva Avançada, compondo uma família de médicos reconhecidos por sua excelência e compromisso com a saúde na Paraíba.

Segundo o oftalmologista, esses efeitos colaterais estão especialmente associados a altas doses iniciais, pacientes metabolicamente descompensados e portadores de glaucoma.

“O uso dessas medicações só deve ocorrer sob prescrição e acompanhamento rigoroso. É essencial realizar avaliação oftalmológica prévia e, diante de qualquer sintoma visual, buscar ajuda médica imediatamente”, alertou.

Para ele, a solução passa por uma abordagem integrada: “A medicina está cada vez mais conectada. O acompanhamento multiprofissional, a prescrição médica criteriosa e a atenção aos sinais do corpo são sempre os melhores caminhos”, finalizou.

Parlamento em Destaque com Damião

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